segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Amargo e o Doce

O Doce, feliz coincidência em formas de quitutes bem elaborados

O amargo, mera coicidência do fel nas entranhas de outrem

Estruturado e vital se faz o fel de outrém, na elaborada magnitude do doce

O Doce a todos consola e alegra, o fel a muitos desagrada e a poucos tolera

O Doce é a utopia da vida, vida boa e sempre saborosa 

A utopia do amargo é se tornar o Doce

O fel e o mel são sabores distantes, e juntos na vontade

Incompreensíveis e insípidos... doce e amargo

Incompreensão, que se torna deveras interessante...


Um comentário:

  1. Acho que tá mais pra nossa utopia querer fazer do amargo doce...
    Bonito poema !

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