O Doce, feliz coincidência em formas de quitutes bem elaborados
O amargo, mera coicidência do fel nas entranhas de outrem
Estruturado e vital se faz o fel de outrém, na elaborada magnitude do doce
O Doce a todos consola e alegra, o fel a muitos desagrada e a poucos tolera
O Doce é a utopia da vida, vida boa e sempre saborosa
A utopia do amargo é se tornar o Doce
O fel e o mel são sabores distantes, e juntos na vontade
Incompreensíveis e insípidos... doce e amargo
Incompreensão, que se torna deveras interessante...